27 de setembro de 2009

Reformas Calvinista e Anglicana

Reforma Calvinista:
Enquanto o luteranismo crescia na Alemanha, as ideias reformistas, conhecidas como protestantes, entravam na França, apesar de ser fortemente católica.
João Calvino, francês que estudou Teologia, Direito e Humanidades, teve contato com as obras de Lutero, Santo Agostinho e livres estudos da Bíblia. Os católicos entraram em choque com a heresia de Calvino, o qual se refugiou na Suíça.
Calvino, assim como Lutero, acreditava na salvação pela fé. Porém, Calvino acreditava que a fé era uma dádiva divina para apenas os escolhidos ou predestinados, que seriam os eleitos de Deus, diferentemente de Lutero, que acreditava que a fé era um sentimento humano e fruto do livre arbítrio.
Segundo Calvino, nem todos podiam crer, apenas os escolhidos por Deus, os quais seriam aqueles que manifestassem multiplicar os bens materiais recebidos nessa vida, através do acúmulo de capitais e severidade.
Percebe-se, então, que suas ideias justificavam o lucro e outras ideias capitalistas, portanto, Calvino ganhou a aliança dos burgueses. Rapidamente as ideias calvinistas se espalharam por toda Europa. Na França eram chamados de huguenotes, denominação depreciativa dada pelos católicos; na Inglaterra, de puritanos; e na Escócia, de presbiterianos.

Reforma Anglicana:
Durante o período de reformas, a Inglaterra sempre esteve ao lado da Igreja Católica na luta contra os reformadores.
Mas, posteriormente, o rei da Inglaterra, Henrique VIII, percebeu que uma reforma seria a solução para acabar com a influência do papa e do Sacro Império Romano-Germânico sobre o seu reinado. Sem essas influências políticas, todo o poder concentraria-se em sua Coroa.
Era casado com a espanhola Catarina de Aragão, e tinha medo do seu herdeiro ser influenciado pela Espanha, que era católica. Pediu permissão de divórcio ao papa, a qual foi rejeitada. Portanto ignorou a proibição e se casou com a inglesa Ana Bolena, sendo excomungado do catolicismo.

Rompido as relações entre Inglaterra e Roma, é assinado o Ato de Supremacia, que colocava a Igreja sob responsabilidade do Estado. Todos os bens do clero inglês foram passado aos nobres, nascendo, a partir de então, a Igreja Anglicana, que permitia o divórcio.
Com a morte de Henrique VIII e logo depois a de seu herdeiro, Maria Tudor, filha do casamento com Catarina de Aragão sobe ao trono e tenta reaproximar-se com o catolicismo espanhol, mas logo depois morre. Portanto, a filha bastarda, do casamento com Ana Bolena, Isabel I ou Elizabeth I sobe ao trono e consolida o Anglicanismo na Inglaterra.
Obs.: A primeira imagem representa o reformista João Calvino; a segunda representa o rei Henrique VIII, o criador do Anglicanismo; e a terceira mostra a imponente rainha Elizabeth I, que levou uma Era de Ouro para os ingleses.

10 comentários:

  1. tá igualzinho á minha apostila do Objetivo :D

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  2. Na verdade, estes resumos são baseados na apostila Objetivo.. heheh

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  3. hai moloque vc se acha so pq é famoso e pq estuda em escola particular!

    moleque metido

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  4. uahuahuahauhauahuaha deixo os leitores opinarem sobre esse ser humano medíocre acima.

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  5. mto boom *--* eu estudo no objetivo e realmente a base do texto é toda da apostila. gostei mto.

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  6. Mt bom , me ajudou demais ....
    obg (:

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